Biblioteca das Minervas – Perfil Escritora com Natalia Smirnova Moraes

A Biblioteca das Minervas tem um novo quadro no podcast: o Perfil Escritora, que foi criado para que nossas ouvintes possam conhecer não somente as obras literárias escritas por mulheres, mas também as autoras. Queremos mostrar quem são as mulheres que compõem o cenário atual da nossa literatura, quais foram suas vivências, inspirações e motivações.

Para estrear este novo formato, convidamos uma antiga parceira do blog: Natalia Sminorva Moraes, que falou de sua experiência como escritora independente, o que aprendeu ao longo dos anos após lançar seu primeiro livro, como ela concilia a escrita com a sua carreira de designer e quais são suas preferências literárias.

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Podcast Biblioteca das Minervas – Vozes de Tchernóbil

Durante a madrugada de 26 de abril de 1986, na usina de Tchernóbil, no norte da Ucrânia, o reator número 4 explodiu durante alguns testes de rotina e iniciou uma da maiores catástrofes nucleares da história mundial. Inúmeras pessoas sofreram com as consequências desse acontecimento, pagando com a própria vida ou com a sua saúde pelas as atitudes de um governo negligente e em decadência.

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Biblioteca das Minervas – Um Teto Todo Seu

O quarto episódio da Biblioteca das Minervas está no ar e dessa vez a obra escolhida foi o ensaio ficcional “Um Teto Todo Seu”, da aclamadíssima escritora inglesa Virgínia Woolf. Através dos olhos da personagem Mary, somos guiados por uma jornada de reflexão sobre a condição das mulheres aos longo da história e como fatores como classe social, acesso à educação e poder aquisitivo são determinantes para que uma escritora consiga produzir literatura.

O próximo podcast será sobre o livro “Pequenas Grandes Mentiras”, de Liane Moriarty.

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Nos deixem em paz

Machismo não é piada

 

Ser mulher é minha ótica. É como eu vejo o mundo. É quem eu sou e o que eu sou. São as mulheres que me inspiram, são elas que me influenciam. Eu sou composta por muitas mulheres.

É por isso que os feminicídios mexem tanto com meus sentidos. É por isso que o assédio é mais dolorido quando eu escuto.

É por isso que a vulnerabilidade da mulher é tão notável diante dos meus olhos.

Eu vejo o mundo dentro do corpo de uma mulher. E isso não tem como mudar.

Quando um grupo de brasileiros, representando minha nacionalidade, sai do meu país (que apesar dos pesares, tenho tanto orgulho) para atacar agressivamente mulheres em outro país, isso me corrói por dentro. Leia mais… »