Minha experiência com o coletor menstrual

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Quando ouvi falar de um coletor menstrual pela primeira vez, minha reação foi fazer uma careta de surpresa e pensar que aquilo era coisa de gente muito moderninha e muito alternativa para o meu gosto. Por que diabos alguém coletaria seu sangue menstrual em um copinho de silicone ? Bom, o mundo dá voltas e aqui estou, escrevendo um post sobre ele. Leia mais… »

5 documentários no Netflix sobre mulheres que você precisa assistir

Nada combina mais com um final de semana do que um sofá, um balde de pipoca e um bom filme. Para comemorar a semana do Dia Internacional da Mulher, unimos o útil ao agradável e separamos 5 documentários que estão disponíveis no catálogo da Netflix que contam histórias de mulheres incríveis que dedicaram – ou dedicam – suas vidas para fazer do mundo um lugar melhor.

Aviso de gatilho : Se você for uma pessoa sensível, leia atentamente as sinopses dos filmes indicados, pois muitos contém cenas de relatos de estupro e violência doméstica.

1.Brave Miss World  brave+miss+world+mademoiselle+jules

Indicado a um Emmy, o documentário conta a história de Linor Abargil. Semanas antes de ser coroada Miss Universo, a jovem foi estuprada por um conterrâneo israelense em Milão. Quase dez anos depois, ela resolve transformar sua dor em uma maneira de lutar por justiça e monta uma rede para ajudar e conhecer mulheres que também foram vítimas de abusos sexuais.  Leia mais… »

Um papo e um café com Fabiana Ribeiro

A entrevista de hoje é algo improvisado, fruto de uma conversa maravilhosa que tive com a Fabiana Ribeiro, proprietária do Café com Gato. Inicialmente a conversa seria mais voltada para o café e o seu funcionamento, mas, quanto mais a Fabiana contava a sua história, mais impressionada eu ficava com a sua coragem e perseverança. Pioneira no ramo de cat cafés no Brasil, a empresária enfrentou diversos obstáculos até conseguir abrir sua primeira loja na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo.

Além de sua garra, o que mais me impressionou durante o nosso encontro foi o grande amor que ela sente por esses animais.Gateira de carteirinha, seus olhos brilhavam cada vez que ela falava sobre a sua paixão por felinos e como todo esse afeto foi essencial na sua mudança de carreira e abertura do seu negócio. Também pude presenciar sua devoção e preocupação com todos os gatos que habitam o café -especialmente com Bombom, uma gatinha paraplégica extremamente simpática. Um zelo tão grande que se intensificava ainda mais quando ela falava no projeto para abrir franquias e como o bem-estar dos animais estava acima de qualquer questão lucrativa. Na época em que conversamos – no final do ano passado- ela ainda não havia fechado a sua primeira franquia, que será aberta esse ano na cidade de Campinas, sua terra natal.

Se você ainda não conhece o Café com Gato, você pode ler o post de recomendação que escrevi sobre o estabelecimento aqui no blog, dar uma conferida na página da cafeteria no Facebook ou segui-los no perfil do Instragram. E se você é da região de Sorocaba e quer adotar um gatinho, eles fazem um trabalho incrível de divulgação de felinos para adoção em suas redes sociais. Leia mais… »

Um papo e um café com Flávia Biggs

Em uma manhã ensolarada e de frente para uma vista espetacular da cidade, tive o prazer de ter uma conversa com a Flávia Biggs, uma professora de sociologia formada em Ciências Sociais pela UNESP, que tem vários projetos focados no empoderamento feminino na cidade de Sorocaba. Um deles, em especial, ganhou notoriedade e com certeza você já ouviu falar (mesmo se não for dessa região do interior de São Paulo) : o Girls Rock Camp, um acampamento musical exclusivo para meninas. Para quem nunca ouviu falar, o projeto reúne, durante uma semana, diversas meninas de 7 a 17 anos. Nesse acampamento de férias, elas montam uma banda de rock, aprendem a tocar um instrumento, tem workshops de expressão corporal, imagem e identidade, aulas de serigrafia, fanzine e até praticam algumas técnicas de autodefesa.

Em meio ao seu discurso apaixonado pelo Camp, falamos sobre suas experiências no mundo do Rock, sobre feminismo e como essa nova geração de pequenas mulheres emponderadas tem tudo para arrebentar a boca do balão e conquistar cada vez mais espaço no mundo. Leia mais… »

Muito além de um biquíni dourado

Geralmente eu não sou de chorar ou ficar muito mal quando um artista morre. Não me leve a mal, não tenho coração de pedra e nem sou uma pessoa apática, mas não consigo sofrer horrores por alguém que não conheço pessoalmente. Fico triste, penso no legado que o indivíduo deixou para o mundo, mas não consigo ficar de luto e derramar lágrimas. Mas, nessa última terça-feira, pela primeira vez senti um aperto no peito quando soube da morte da Carrie Fisher, pois parecia que um pedaço da minha infância tinha ido embora com ela.

Eu tinha dez anos quando fui apresentada ao universo Star Wars pelo meu pai, um fã roxo da cinessérie. Me lembro que fizemos uma maratona da primeira trilogia em um sábado, um pouco antes do Episódio I: A Ameaça Fantasma estrear no cinema. No meio de naves, sabres de luz, jedis e stormtroppers, estava uma personagem que me cativou pelo seu jeito atrevido e suas respostas atravessadas: a indômita princesa Leia.

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Desde criança sempre senti uma identificação imediata com personagens femininas fortes, rebeldes e independentes. Não que eu não gostasse de “A Bela e a Fera”, “A Pequena Sereia” e outros filmes de princesa da Disney, mas nunca conseguia ter admiração por protagonistas que faziam o papel de donzela indefesa, sempre esperando serem salvas por algum herói valente. Eu gostava daquelas que resolviam seus problemas com as próprias mãos, quebravam padrões e que se tornavam as heroínas de suas próprias histórias. E a princesa Leia era tudo isso. Leia mais… »